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Solo (In)visível

“Solo” é território íntimo.
É o chão que se pisa quando não há mais ninguém.
É o ventre, a ausência, a maternidade e o amor que permanece mesmo quando algo parte.

Nesta primeira exposição, a artista apresenta obras que atravessam a experiência de ser mulher, mãe, filha e criadora — marcadas por perdas, vínculos, natureza e solidão. Pintar, aqui, é gesto de cura.

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As telas nascem entre tarefas do dia e silêncios férteis de uma mãe solo. A tinta a óleo, densa e viva, sustenta imagens onde o tempo se dobra: a infância, os filhos ausentes, a presença das filhas, a paisagem, o afeto.

“Solo” é travessia por paisagens emocionais — da dor à delicadeza, da ausência ao pertencimento. Um convite para repousar o olhar como quem pisa descalça na terra.

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Porque todas somos solo.
E por isso, nenhuma de nós está só.

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