
Não há separação entre vida e obra.
O que está nas telas
é o que transborda de mim.



Patrícia Sayuri Assanuma (Say), nascida em São Paulo em 1990, é uma artista cuja trajetória é atravessada pela investigação da arte como caminho de autoconhecimento e transformação. Desde a infância, dedicou-se a diferentes linguagens, explorando pintura em tela, seda, colagem, cerâmica e artesanato. Sua formação em design de interiores e arquitetura, somada à vivência de cinco anos nos Estados Unidos — período em que estudou arquitetura e participou de workshops de cerâmica — ampliou seu repertório estético e técnico.
Sua produção, marcada por uma dimensão sensível e espiritual, integra a arte como prática de cura e reflexão, convidando o observador a compartilhar de sua jornada interior por meio da pintura.
Hoje, desenvolve seu trabalho no ateliê localizado no espaço cultural independente Fêmea Fábrica, em Campinas, onde se dedica sobretudo à sua trajetória de autoconhecimento, transformando experiências pessoais em composições visuais de forte carga simbólica. Em 2025, durante uma residência artística, aprofundou sua investigação em fotografia analógica ao revisitar o arquivo produzido com a câmera de seu pai, falecido em 2017. Desde então, utiliza essa câmera de maneira experimental como instrumento de diálogo íntimo com sua memória e com sua própria história, desenvolvendo trabalhos que transitam entre fotografia, arquivo familiar e colagem.
Sua primeira exposição individual aconteceu em 2025, na Secretaria da Cultura de Valinhos, consolidando sua presença no circuito artístico local e ampliando sua pesquisa sobre memória, identidade e pertencimento.






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